Durante o curso fui tentando trocar meu clips por outros objetos, de modo que o que eu possuía fosse importante para alguém naquele momento. Primeiro, troquei por uma caneta, e com a caneta fiquei por algum tempo, pois parecia que para ninguém ela era tão útil, tão emergente. Algum tempo depois, conversando com uma grande amiga, fiquei sabendo que ela faz coleção de canetas. Era a minha grande chance! Ofereci a ela a caneta que eu havia trocado, e ela aceitou com muita alegria. Pensando em que eu trocaria, me lembrei de um livro que ela tinha me dito que comprou, mas não gostou muito, pelo qual eu estava muito interessada em comprar. Então, propus a troca e ela aceitou. Fiquei muito contente com o meu objeto final! Valeu muito a pena aceitar aquele clips lá no início do quadrimestre. Agora vou explicar o porquê gostei tanto do meu objeto: desde sempre me interesso por tudo relacionado à segunda guerra, nazismo, regimes totalitários em geral. Me interesso por esses assuntos pois fico tentando entender o que ocorreu, as circunstâncias, os agentes envolvidos. Não sei bem como explicar, mas o fato é que sempre fiz uma espécie de coleção sobre o regime nazista do Hitler. Confesso que principalmente depois de conhecer os antigos campos de concentração, os esconderijos e as marcas da segunda guerra na Alemanha meu interesse só aumentou. Além de tudo, a Alemanha pra mim é uma segunda casa: meus sobrinhos nasceram e vivem lá, junto a minha irmã. Desse modo, sendo este livro um lançamento, já logo me interessei em adquiri-lo. A história do livro gira em torno da volta do Hitler já no século XXI, como se ele tivesse ficado camuflado em algum lugar e voltado anos e anos depois, com a mesma idade, com a mesma aparência. É uma história muito interessante, que, inclusive, me fez lembrar de um grande filme entitulado "A Onda", que conta a história de um professor de aristocracia que, também no século XXI, ou seja, anos depois do Terceiro Reich, instaura "sem querer" o nazismo na sua turma, provando que mesmo após muitos anos, seria possível a volta deste regime na Alemanha. Enfim, ganhar este objeto me fez muito feliz, enriqueceu minha bagagem e acrescentou mais um objeto a minha coleção!
Pretendo debater aqui a representação social das diversas identidades existentes, como o papel de cada indivíduo é visto (ou nem notado) na sociedade, analisar até que ponto os agentes sociais são invisíveis aos olhos da sociedade, ignorados. Além disso, como a propagação do novo fenômeno contemporâneo - a internet e as redes sociais - interfere diretamente nas relações profissionais e pessoais dos indivíduos, contribuindo gradualmente para a invisibilidade do mundo externo.
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